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segunda-feira, 7 de abril de 2014

LEI DE CONSEQÜÊNCIA

Foto: LEI DE CONSEQÜÊNCIA

Esta é uma Lei muito conhecida e de aplicação universal, irmã gêmea da Lei do Renascimento. A Lei de Consequência toma diferentes nomes, segundo sua aplicação. Na física, por exemplo, é chamada de "O Princípio de Newton" ou "lei de ação e reação", assim enunciada: "uma força não pode exercer uma ação, sem, no mesmo instante, gerar uma reação igual e diretamente oposta", ou, por outras palavras, "toda causa gera um efeito correspondente".

Existem, pois, causas e efeitos. A causa é primária; o efeito é secundário. Só pode manifestar-se o efeito, se as causas entrarem em ação. Isto se dá em tudo, por exemplo, no dar e receber. Dar é a ação; receber, a reação inevitável. Tudo que recebemos, em quantidade e qualidade, está condicionado ao que dermos, porque o efeito ou reação de receber pressupõe uma causa, uma ação: o dar. Lucas o Apóstolo, expressa-o muito bem: "Dai e dar-se-vos-á". (6:38).

Inúmeros outros exemplos da aplicação dessa lei universal encontram-se, na Bíblia: "o que o homem semear, isso mesmo colherá" (Gál. 6:7): "Procura primeiramente o reino de Deus e Sua Justiça e tudo o mais te será dado por acréscimo"; "Batei e abrir-se-vos-á"; "Pedi e dar-se-vos-á"; "Procurai e achareis".

É evidente. Acaso não sofremos perturbação digestiva se comemos demais?

O conhecimento e meditação desta Lei ensejam tomada de consciência de todas as falhas e suscitam o propósito de nos esforçarmos para corrigi-las. Demais, passamos a compreender que somos os formadores de nosso destino e, portanto, assumimos consciente e progressivamente a responsabilidade de nossos atos, deixando atrás a idéia de um Deus vingativo e a de atribuir aos outros, como fazíamos freqüentemente, a causa de nossos males e insucessos. Mostraremos adiante como efetuar eficazmente esse nobre esforço de regeneração, a fim de, no dizer de Paulo apóstolo, "ressuscitarmos da corrupção para a incorrupção, da ignomínia para a glória; do corpo animal para o corpo espiritual, de vez que o último Adão será feito em espírito vivificante" (1 Cor. 15:42/45). Realmente, é preciso "que nos despojemos do homem velho e nos revistamos do homem novo, em novidade de espírito" (Paulo aos Efésios 4:22/24).
 
 
LEI DE CONSEQÜÊNCIA

Esta é uma Lei muito conhecida e de aplicação universal, irmã gêmea da Lei do Renascimento. A Lei de Consequência toma diferentes nomes, segundo sua aplicação. Na física, por exemplo, é chamada de "O Princípio de Newton..." ou "lei de ação e reação", assim enunciada: "uma força não pode exercer uma ação, sem, no mesmo instante, gerar uma reação igual e diretamente oposta", ou, por outras palavras, "toda causa gera um efeito correspondente".

Existem, pois, causas e efeitos. A causa é primária; o efeito é secundário. Só pode manifestar-se o efeito, se as causas entrarem em ação. Isto se dá em tudo, por exemplo, no dar e receber. Dar é a ação; receber, a reação inevitável. Tudo que recebemos, em quantidade e qualidade, está condicionado ao que dermos, porque o efeito ou reação de receber pressupõe uma causa, uma ação: o dar. Lucas o Apóstolo, expressa-o muito bem: "Dai e dar-se-vos-á". (6:38).

Inúmeros outros exemplos da aplicação dessa lei universal encontram-se, na Bíblia: "o que o homem semear, isso mesmo colherá" (Gál. 6:7): "Procura primeiramente o reino de Deus e Sua Justiça e tudo o mais te será dado por acréscimo"; "Batei e abrir-se-vos-á"; "Pedi e dar-se-vos-á"; "Procurai e achareis".

É evidente. Acaso não sofremos perturbação digestiva se comemos demais?

O conhecimento e meditação desta Lei ensejam tomada de consciência de todas as falhas e suscitam o propósito de nos esforçarmos para corrigi-las. Demais, passamos a compreender que somos os formadores de nosso destino e, portanto, assumimos consciente e progressivamente a responsabilidade de nossos atos, deixando atrás a idéia de um Deus vingativo e a de atribuir aos outros, como fazíamos freqüentemente, a causa de nossos males e insucessos. Mostraremos adiante como efetuar eficazmente esse nobre esforço de regeneração, a fim de, no dizer de Paulo apóstolo, "ressuscitarmos da corrupção para a incorrupção, da ignomínia para a glória; do corpo animal para o corpo espiritual, de vez que o último Adão será feito em espírito vivificante" (1 Cor. 15:42/45). Realmente, é preciso "que nos despojemos do homem velho e nos revistamos do homem novo, em novidade de espírito" (Paulo aos Efésios 4:22/24).

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