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terça-feira, 25 de março de 2014

Retardo Mental

Foto: Retardo Mental 

O retardamento mental é um dos mais trágicos problemas sociais e 
ainda um dos menos compreendidos. Anos atrás, os retardados 
mentais eram marginalizados, considerados incapazes de receber 
qualquer ajuda, suas condições eram consideradas horríveis e 
deploráveis e eram obrigados a viver uma vida vegetativa, 
afastados do convívio das pessoas. 
Hoje em dia, com novos conhecimentos, existe uma compreensão 
maior para com estes desafortunados e atualmente as pessoas 
esclarecidas estão entendendo e permitindo que eles se tornem 
membros reconhecidos pela sociedade e, muitas vezes, podendo 
atuar com proveito dentro de seu limitado campo de 
possibilidades. 
De qualquer maneira, o progresso não anula a dor sentida pelos 
familiares destas pessoas tão tristemente afetadas. Se a causa do 
retardamento mental fosse melhor conhecida os conflitos e tortura 
experimentadas por estas pessoas poderiam ser mais atenuadas e a 
humanidade começaria a trabalhar mais conscientemente para dar 
uma eventual solução ao problema. 
O retardamento mental pode ser considerado uma enfermidade, 
como qualquer outra doença sofrida por uma pessoa, conseqüência 
de seu comportamento durante a presente vida ou nas vidas 
anteriores. De acordo com a Lei de Conseqüência, devemos colher 
aquilo que nós próprios semeamos e, se nossa conduta foi 
depravada ou nosso comportamento incorreto em qualquer 
sentido, devemos pagar essa dívida em novo renascimento físico, 
para assim poder evoluir. 
As aflições que afetam a humanidade podem ser divididas em duas 
categorias: Mentais e Físicas. As perturbações mentais são 
particularmente atribuídas ao abuso da função criadora. Assim 
como o Espírito Santo é a energia criadora na natureza, a energia 
sexual é seu reflexo no homem e o uso desmedido desta força é 
uma transgressão que devemos pagar em detrimento de nossos 
veículos, até que compreendamos a parte Santa da força criadora. 
Os ensinamentos ocultos explicam que esta força não deve ser 
usada para a gratificação sexual, mas sim para a propagação. O 
esbanjamento desta energia criadora poderia ser transmutado em 

energia espiritual e usado nos planos superiores como agente da 
Epigênesis, que é a capacidade de criar coisas novas. 
A ciência oculta também ensina que o cérebro e a laringe foram 
construídas pelos Anjos com a metade da força criadora do 
homem, o qual, antes da aquisição destes órgãos era bissexual e 
capaz de criar por si mesmo sem a cooperação de outra pessoa. 
Essa faculdade perdeu-se quando estes órgãos foram criados e 
agora é necessário a cooperação de outro ser do sexo oposto para 
gerar novos corpos para os espíritos que desejam renascer. Há, no 
entanto, uma conexão interna entre a atividade mental, a sexual e o 
poder da palavra. A evidência desta afirmativa baseia-se no caso 
dos maníacos do sexo, que terminam idiotas, incapazes de pensar 
corretamente porque estão continuamente ocupados em 
desperdiçar não somente a parte da força sexual que deveria ser 
usada para a propagação, mas também grande parte da força que 
poderia ser usada para construção do cérebro, fazendo-o capaz de 
produzir pensamentos. 
A visão espiritual revela que quando o homem estava em formação, 
havia uma corrente de desejos onde quer que agora haja um nervo. 
A própria mente e também a laringe foram feitas primeiramente de 
substância de desejos. O desejo enviava, primeiro, um impulso 
através da mente, criando correntes nervosas que faziam possível 
movimento do corpo e assim, obter a gratificação indicada pelo 
desejo. A palavra também é usada com o propósito de obter um 
objeto ou um fim desejado; através destas faculdades é que o 
homem obteve certo domínio sobre o mundo. 
Enquanto, sob a Lei de Conseqüência, ele toma para si um corpo 
novo, órgãos e faculdades que são similares as que abandonou na 
oportunidade anterior. Quando a paixão arruinou o corpo em uma 
vida, esta se estampa no átomo semente. Na próxima descida ao 
renascimento, é impossível ao Ego tomar um bom material e um 
corpo sadio. Vemos pois que o poderoso impulso que antes 
dominava sua mente, o qual deveria ser usado com propósito da 
regeneração, está ausente; falta-lhe iniciativa na vida e, por 
conseguinte, renasce impossibilitado e, muitas vezes, demente. 
É bom salientar que o Espírito não é, nem está demente: ele vê, 
conhece e tem um desejo veemente de usar o corpo, o que se torna 
impossível e, muitas vezes, não pode sequer enviar um simples 
impulso através dos nervos, pois os músculos do rosto e do corpo 
não estão sob o controle de sua vontade. Este fenômeno da falta de 
coordenação é o que torna a pessoa tão sofredora e também tão

lastimável a quem a vê. É desta forma que o Espírito aprende uma 
das mais duras lições da vida: o estar atado, viver em um corpo 
incapaz e impossibilitado de encontrar expressão através dele. A 
força necessária de desejos que acompanha o pensamento, a 
palavra e o movimento foram consumidos por um viver incorreto 
nas vidas anteriores e o Espírito renasce sem a energia necessária 
para manifestar-se em seu instrumento carnal. 
Há, no entanto, uma exceção a considerar, isto é, nem todos os 
retardados mentais estão nesse estado pelo abuso da função 
criadora em uma vida passada. Quando o Ego desce para o 
renascimento, ele vê o panorama de sua próxima vida, 
inteiramente dura, ele procura fugir da "escola da vida". Nessa 
ocasião, a conexão entre o corpo vital e os centros sensoriais do 
cérebro já foi realizado no feto, portanto, o esforço do Espírito ao 
tentar escapar do útero materno é frustrado. O "puxão" dado pelo 
Ego desregra as conexões dos centros sensitivos entre o corpo 
físico e o etérico e de tal forma que o corpo vital não se torna 
concêntrico em relação ao corpo físico, fazendo com que a cabeça 
etérica se estenda para fora do crânio físico. Daí ser impossível 
para o Espírito usar o veículo denso que ficou preso a um corpo 
sem mentalidade e o nascimento torna-se praticamente perdido. 
Também há casos, em outros períodos da vida, em que, devido a 
um forte susto, o Espírito tenta sair do corpo físico com seus 
veículos invisíveis. Como resultado, um "puxão" semelhante é dado 
pelos centros sensoriais do cérebro e o susto desarticula a 
expressão mental. Todos aqueles que já passaram por um grande 
susto, provavelmente já sentiram uma sensação de agitação como 
se alguma coisa estivesse tentando sair para fora do corpo físico. 
Esta sensação é causada pelos corpos vital e o de desejos, os quais 
atuam velozmente e de tal modo que um trem expresso é lento 
comparado a essa velocidade. 
Eles sentem o perigo e recebem antes mesmo que o susto seja 
transmitido ao inerte e lento corpo físico, no qual eles estão 
ancorados, e é ele que evita a fuga sob tais tensões. Algumas vezes, 
quando o estimulo é demasiado forte, produz-se uma desconexão 
sobre os centros etéricos sensoriais exatamente como quando se 
estica um elástico que pode depois recuperar sua elasticidade. 
Nestes casos, é mais fácil recuperar as faculdades mentais do que 
nos casos de demência congênita trazida de vidas passadas e que é 
a causa da conexão inadequada. 

Vemos, portanto, que o retardamento mental não é o resultado de uma injustiça da parte de Deus, nem pode ser considerado como um acidente infeliz, mas é o resultado da própria conduta do Ego, assim como são os casos de todas as doenças que afligem o homem. Portanto, o sofrimento de cada pessoa foi trazido por ela própria.
Sendo assim, os mentalmente retardados não devem ser olhados de forma restritiva, ao contrário, devem ser tratados com profunda simpatia e atenção. Todos os esforços devem ser feitos para que os atuais programas construtivos de educação continuem a expandir-se, assim como a técnica de auto-ajuda que começa a ser administrada a essas pessoas. Certamente é por meio da compreensão e do amor que elas poderão receber orientação para trabalhar dentro de suas limitadas condições físicas. Devemos incentivá-las para que se esforcem, que colaborem para que este renascimento não seja perdido e que esta oportunidade constitua a lição que tenham de aprender para que possam evoluir.
O retardamento mental está sendo mais compreendido e, em conseqüência, o atendimento a esse problema é maior, especialmente com a colaboração dos pais e educadores. No entanto, a humanidade deve fazer ainda muito mais. A esta altura da evolução e do desenvolvimento humano e tecnológico de nossa época, observamos ainda e com aflição, o uso impróprio da força criadora, a atitude moderna de permissividade para tudo, a tolerância para a moral corrompida, a indulgência sexual e o estímulo da sexualidade com a única finalidade da busca do prazer. Estas atitudes não ajudam o Ego que, pelo processo de renascimento, deveria evoluir e as conseqüências serão desastrosas no futuro para muitos membros da raça humana. Tal conduta deverá ser expiada e a indulgência para com a paixão, na vida presente, produzirá sofrimentos nesta vida ou em outras.
Todos nós já passamos por estados parecidos aos dos reinos mineral, vegetal e animal antes de estarmos, como estamos atualmente, na condição humana. Existem também evoluções superiores, as quais nos aproximam cada vez mais da Divindade. É nossa paixão animal que limita o caminho do êxito e da pureza.
É óbvio que pouco progresso material pode ser realizado por um retardado mental, mas pode haver um incalculável progresso espiritual.
No presente estado de evolução, toda nossa força vital - exceto a quantidade requerida para a propagação - pode ser transmutada em sublimação da mente, e as emoções, em força de alma.

Enquanto estes fatores não forem reconhecidos e aceitos pela maioria das pessoas e finalmente por todos, a raça humana não se livrará das limitações, tanto físicas como mentais, que causam tanto sofrimento e impedem o processo da evolução.
 
Retardo Mental

O retardamento mental é um dos mais trágicos problemas sociais e
ainda um dos menos compreendidos. Anos atrás, os retardados
mentais eram marginalizados, considerados incapazes de receber
qualquer ajuda, suas condições e...ram consideradas horríveis e
deploráveis e eram obrigados a viver uma vida vegetativa,
afastados do convívio das pessoas.
Hoje em dia, com novos conhecimentos, existe uma compreensão
maior para com estes desafortunados e atualmente as pessoas
esclarecidas estão entendendo e permitindo que eles se tornem
membros reconhecidos pela sociedade e, muitas vezes, podendo
atuar com proveito dentro de seu limitado campo de
possibilidades.
De qualquer maneira, o progresso não anula a dor sentida pelos
familiares destas pessoas tão tristemente afetadas. Se a causa do
retardamento mental fosse melhor conhecida os conflitos e tortura
experimentadas por estas pessoas poderiam ser mais atenuadas e a
humanidade começaria a trabalhar mais conscientemente para dar
uma eventual solução ao problema.
O retardamento mental pode ser considerado uma enfermidade,
como qualquer outra doença sofrida por uma pessoa, conseqüência
de seu comportamento durante a presente vida ou nas vidas
anteriores. De acordo com a Lei de Conseqüência, devemos colher
aquilo que nós próprios semeamos e, se nossa conduta foi
depravada ou nosso comportamento incorreto em qualquer
sentido, devemos pagar essa dívida em novo renascimento físico,
para assim poder evoluir.
As aflições que afetam a humanidade podem ser divididas em duas
categorias: Mentais e Físicas. As perturbações mentais são
particularmente atribuídas ao abuso da função criadora. Assim
como o Espírito Santo é a energia criadora na natureza, a energia
sexual é seu reflexo no homem e o uso desmedido desta força é
uma transgressão que devemos pagar em detrimento de nossos
veículos, até que compreendamos a parte Santa da força criadora.
Os ensinamentos ocultos explicam que esta força não deve ser
usada para a gratificação sexual, mas sim para a propagação. O
esbanjamento desta energia criadora poderia ser transmutado em

energia espiritual e usado nos planos superiores como agente da
Epigênesis, que é a capacidade de criar coisas novas.
A ciência oculta também ensina que o cérebro e a laringe foram
construídas pelos Anjos com a metade da força criadora do
homem, o qual, antes da aquisição destes órgãos era bissexual e
capaz de criar por si mesmo sem a cooperação de outra pessoa.
Essa faculdade perdeu-se quando estes órgãos foram criados e
agora é necessário a cooperação de outro ser do sexo oposto para
gerar novos corpos para os espíritos que desejam renascer. Há, no
entanto, uma conexão interna entre a atividade mental, a sexual e o
poder da palavra. A evidência desta afirmativa baseia-se no caso
dos maníacos do sexo, que terminam idiotas, incapazes de pensar
corretamente porque estão continuamente ocupados em
desperdiçar não somente a parte da força sexual que deveria ser
usada para a propagação, mas também grande parte da força que
poderia ser usada para construção do cérebro, fazendo-o capaz de
produzir pensamentos.
A visão espiritual revela que quando o homem estava em formação,
havia uma corrente de desejos onde quer que agora haja um nervo.
A própria mente e também a laringe foram feitas primeiramente de
substância de desejos. O desejo enviava, primeiro, um impulso
através da mente, criando correntes nervosas que faziam possível
movimento do corpo e assim, obter a gratificação indicada pelo
desejo. A palavra também é usada com o propósito de obter um
objeto ou um fim desejado; através destas faculdades é que o
homem obteve certo domínio sobre o mundo.
Enquanto, sob a Lei de Conseqüência, ele toma para si um corpo
novo, órgãos e faculdades que são similares as que abandonou na
oportunidade anterior. Quando a paixão arruinou o corpo em uma
vida, esta se estampa no átomo semente. Na próxima descida ao
renascimento, é impossível ao Ego tomar um bom material e um
corpo sadio. Vemos pois que o poderoso impulso que antes
dominava sua mente, o qual deveria ser usado com propósito da
regeneração, está ausente; falta-lhe iniciativa na vida e, por
conseguinte, renasce impossibilitado e, muitas vezes, demente.
É bom salientar que o Espírito não é, nem está demente: ele vê,
conhece e tem um desejo veemente de usar o corpo, o que se torna
impossível e, muitas vezes, não pode sequer enviar um simples
impulso através dos nervos, pois os músculos do rosto e do corpo
não estão sob o controle de sua vontade. Este fenômeno da falta de
coordenação é o que torna a pessoa tão sofredora e também tão

lastimável a quem a vê. É desta forma que o Espírito aprende uma
das mais duras lições da vida: o estar atado, viver em um corpo
incapaz e impossibilitado de encontrar expressão através dele. A
força necessária de desejos que acompanha o pensamento, a
palavra e o movimento foram consumidos por um viver incorreto
nas vidas anteriores e o Espírito renasce sem a energia necessária
para manifestar-se em seu instrumento carnal.
Há, no entanto, uma exceção a considerar, isto é, nem todos os
retardados mentais estão nesse estado pelo abuso da função
criadora em uma vida passada. Quando o Ego desce para o
renascimento, ele vê o panorama de sua próxima vida,
inteiramente dura, ele procura fugir da "escola da vida". Nessa
ocasião, a conexão entre o corpo vital e os centros sensoriais do
cérebro já foi realizado no feto, portanto, o esforço do Espírito ao
tentar escapar do útero materno é frustrado. O "puxão" dado pelo
Ego desregra as conexões dos centros sensitivos entre o corpo
físico e o etérico e de tal forma que o corpo vital não se torna
concêntrico em relação ao corpo físico, fazendo com que a cabeça
etérica se estenda para fora do crânio físico. Daí ser impossível
para o Espírito usar o veículo denso que ficou preso a um corpo
sem mentalidade e o nascimento torna-se praticamente perdido.
Também há casos, em outros períodos da vida, em que, devido a
um forte susto, o Espírito tenta sair do corpo físico com seus
veículos invisíveis. Como resultado, um "puxão" semelhante é dado
pelos centros sensoriais do cérebro e o susto desarticula a
expressão mental. Todos aqueles que já passaram por um grande
susto, provavelmente já sentiram uma sensação de agitação como
se alguma coisa estivesse tentando sair para fora do corpo físico.
Esta sensação é causada pelos corpos vital e o de desejos, os quais
atuam velozmente e de tal modo que um trem expresso é lento
comparado a essa velocidade.
Eles sentem o perigo e recebem antes mesmo que o susto seja
transmitido ao inerte e lento corpo físico, no qual eles estão
ancorados, e é ele que evita a fuga sob tais tensões. Algumas vezes,
quando o estimulo é demasiado forte, produz-se uma desconexão
sobre os centros etéricos sensoriais exatamente como quando se
estica um elástico que pode depois recuperar sua elasticidade.
Nestes casos, é mais fácil recuperar as faculdades mentais do que
nos casos de demência congênita trazida de vidas passadas e que é
a causa da conexão inadequada.

Vemos, portanto, que o retardamento mental não é o resultado de uma injustiça da parte de Deus, nem pode ser considerado como um acidente infeliz, mas é o resultado da própria conduta do Ego, assim como são os casos de todas as doenças que afligem o homem. Portanto, o sofrimento de cada pessoa foi trazido por ela própria.
Sendo assim, os mentalmente retardados não devem ser olhados de forma restritiva, ao contrário, devem ser tratados com profunda simpatia e atenção. Todos os esforços devem ser feitos para que os atuais programas construtivos de educação continuem a expandir-se, assim como a técnica de auto-ajuda que começa a ser administrada a essas pessoas. Certamente é por meio da compreensão e do amor que elas poderão receber orientação para trabalhar dentro de suas limitadas condições físicas. Devemos incentivá-las para que se esforcem, que colaborem para que este renascimento não seja perdido e que esta oportunidade constitua a lição que tenham de aprender para que possam evoluir.
O retardamento mental está sendo mais compreendido e, em conseqüência, o atendimento a esse problema é maior, especialmente com a colaboração dos pais e educadores. No entanto, a humanidade deve fazer ainda muito mais. A esta altura da evolução e do desenvolvimento humano e tecnológico de nossa época, observamos ainda e com aflição, o uso impróprio da força criadora, a atitude moderna de permissividade para tudo, a tolerância para a moral corrompida, a indulgência sexual e o estímulo da sexualidade com a única finalidade da busca do prazer. Estas atitudes não ajudam o Ego que, pelo processo de renascimento, deveria evoluir e as conseqüências serão desastrosas no futuro para muitos membros da raça humana. Tal conduta deverá ser expiada e a indulgência para com a paixão, na vida presente, produzirá sofrimentos nesta vida ou em outras.
Todos nós já passamos por estados parecidos aos dos reinos mineral, vegetal e animal antes de estarmos, como estamos atualmente, na condição humana. Existem também evoluções superiores, as quais nos aproximam cada vez mais da Divindade. É nossa paixão animal que limita o caminho do êxito e da pureza.
É óbvio que pouco progresso material pode ser realizado por um retardado mental, mas pode haver um incalculável progresso espiritual.
No presente estado de evolução, toda nossa força vital - exceto a quantidade requerida para a propagação - pode ser transmutada em sublimação da mente, e as emoções, em força de alma.

Enquanto estes fatores não forem reconhecidos e aceitos pela maioria das pessoas e finalmente por todos, a raça humana não se livrará das limitações, tanto físicas como mentais, que causam tanto sofrimento e impedem o processo da evolução
 

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