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quinta-feira, 6 de março de 2014

O RENASCIMENTO E A BÍBLIA

Foto: O RENASCIMENTO E A BÍBLIA

Uma lei cósmica básica que é ensinada na Bíblia é a Lei do Renascimento: a doutrina que diz que, como espíritos diferenciados em Deus, nascemos repetidas vezes no plano físico em corpos de eficiência crescente para aprendermos as lições relacionadas com a existência material e para podermos desenvolver nossas potencialidades divinas em poderes dinâmicos.
É evidente que os sacerdotes judeus acreditavam na teoria do Renascimento ou não teriam perguntado a João Batista: “És tu Elias?”, como está registrado no capítulo 1, versículo 21, no Evangelho de São João. No versículo 14 do capítulo 11 do Evangelho de São Mateus, temos as palavras de Cristo referentes a João Batista que são evidentes e não dão lugar a equívocos. Ele disse: “Este é Elias”. Mais tarde, quando estavam no Monte da Transfiguração, como vemos no capítulo 17, versículo 12, do Evangelho de São Mateus, Cristo disse: “Elias já veio e não o conheceram, mas fizeram-
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lhe tudo o que quiseram... então, os discípulos entenderam que Ele falava-lhes de João
Batista”.
No capítulo 16, versículo 13, de São Mateus, encontramos Cristo perguntando a Seus
discípulos: “Quem dizem os homens que eu, o Filho do homem, sou?”
“E eles disseram: Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias e outros que és
Jeremias ou um dos profetas”.
“E Ele disse: E vós, quem dizeis que Eu sou?”
“E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”.
Notamos nestas passagens que Cristo Jesus não contradisse Seus discípulos e isto é
muito significativo. Ele era essencialmente um mestre e, se eles tivessem uma idéia
errada a respeito do Renascimento, teria sido Seu dever corrigi-los. No entanto, ele
não manifestou necessidade de fazer correções, e a resposta de Pedro reflete um
conhecimento das verdades mais profundas concernentes à presente missão de
Cristo.
Como ulterior comprovação bíblica para a doutrina do Renascimento, encontramos
casos mencionados nas Escrituras onde uma pessoa foi escolhida para realizar
determinada tarefa antes do seu nascimento. Um Anjo predisse a vinda de Sansão e
sua missão: destruir os Filisteus. No capítulo 13 do Livro dos Juízes, é relatado: “Havia
um homem em Zorah, da família dos Danitas, cujo nome era Manoah; e sua mulher
era estéril e não tinha filhos.”
“E o Anjo do Senhor apareceu a esta mulher e disse-lhe: Tu és estéril e nunca
concebeste; porém, conceberás e terás um filho.”
“...e ele começará a libertar Israel das mãos dos Filisteus.”
“...e a mulher teve um filho e pôs-lhe o nome de Sansão”.
No capítulo 1, versículo 5, da Profecia de Jeremias, o Senhor diz ao profeta: “...antes
que te formasses no ventre de tua mãe, te conheci e antes que saísses dele te
santifiquei; e te estabeleci profeta entre as nações”.
Todos nós estamos familiarizados com as narrações da Bíblia contando-nos a vinda de
Jesus e de João e suas missões especiais. Uma pessoa é escolhida para uma missão
determinada devido à sua capacidade específica para o tipo de tarefa que deve ser
feita. Proficiência pressupõe prática e, muitas vezes, ouvimos dizer que “a prática leva
à perfeição”. A habilidade não nos é entregue numa bandeja, de uma maneira tão
conveniente como gostaríamos que fosse. Prática anterior ao nascimento só pode ter
sido obtida em uma vida anterior, portanto, por analogia e usando a lógica e a razão
como guias, vemos que a doutrina do Renascimento é ensinada nos casos que
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mencionamos. Podemos também observar que existem outras passagens na Bíblia, por exemplo, o primeiro Salmo, que só pode ser sensatamente interpretado se usarmos como base a crença no Renascimento.
Trabalhando juntamente com a Lei do Renascimento para efetuar uma justiça perfeita correspondente a um Criador todo sabedoria, está a Lei de Causa e Efeito ou Lei de Consequência, muitas vezes chamada também de Lei de Compensação ou Lei de Retribuição. O investigador oculto observa que esta Lei trabalha perfeitamente em todos os planos, fazendo frutificar exatamente o que tivermos semeado em pensamentos, palavras e obras.
No capítulo 6, versículos 7 a 9, da Epístola aos Gálatas, é-nos dito:
“Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer porque tudo o que o homem semear, isso também colherá.”
“Porque o que semeia na sua carne, da carne colherá a corrupção; mas aquele que semeia no espírito, do espírito colherá vida eterna.”
“E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo colheremos.”
Na Segunda Epístola aos Coríntios, capítulo 9, versículo 6, São Paulo diz-nos novamente: “Aquele que semeia pouco, pouco também colherá e aquele que semeia em abundância, em abundância também colherá.”
No Capítulo 9 do Evangelho de S. João, encontramos uma parábola interessante que ensina o funcionamento desta lei. Diz assim:
“E Jesus passando viu um homem que era cego de nascença.”
“E Seus discípulos perguntaram-lhe: Mestre, quem pecou, este homem ou seus pais, para que nascesse cego?”
“Jesus respondeu: Nem este homem nem seus pais pecaram; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.”
Nesta passagem, Jesus Cristo procura tornar claro que a Lei que está por trás de toda limitação física não é castigo, mas iluminação. Aqui, encontramos a perfeita justiça da Lei de Consequência que é o fundamento de toda enfermidade e deformação. Quando um Ego transgride uma lei da Natureza em uma vida, ele retorna em uma outra vida para enfrentar a limitação que resultou da violação dessa lei. Transgressões das leis divinas nos planos de ação mental e moral são tão responsáveis por desordens físicas como o lado oculto da Lua é efetivo para produzir as marés. Através da tristeza e do sofrimento que acompanham a limitação, o Espírito aprende sua lição e a enfermidade é eliminada.
 
 
O RENASCIMENTO E A BÍBLIA

Uma lei cósmica básica que é ensinada na Bíblia é a Lei do Renascimento: a doutrina que diz que, como espíritos diferenciados em Deus, nascemos repetidas vezes no plano físico em corpos de eficiência crescente par...a aprendermos as lições relacionadas com a existência material e para podermos desenvolver nossas potencialidades divinas em poderes dinâmicos.
É evidente que os sacerdotes judeus acreditavam na teoria do Renascimento ou não teriam perguntado a João Batista: “És tu Elias?”, como está registrado no capítulo 1, versículo 21, no Evangelho de São João. No versículo 14 do capítulo 11 do Evangelho de São Mateus, temos as palavras de Cristo referentes a João Batista que são evidentes e não dão lugar a equívocos. Ele disse: “Este é Elias”. Mais tarde, quando estavam no Monte da Transfiguração, como vemos no capítulo 17, versículo 12, do Evangelho de São Mateus, Cristo disse: “Elias já veio e não o conheceram, mas fizeram-
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lhe tudo o que quiseram... então, os discípulos entenderam que Ele falava-lhes de João
Batista”.
No capítulo 16, versículo 13, de São Mateus, encontramos Cristo perguntando a Seus
discípulos: “Quem dizem os homens que eu, o Filho do homem, sou?”
“E eles disseram: Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias e outros que és
Jeremias ou um dos profetas”.
“E Ele disse: E vós, quem dizeis que Eu sou?”
“E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”.
Notamos nestas passagens que Cristo Jesus não contradisse Seus discípulos e isto é
muito significativo. Ele era essencialmente um mestre e, se eles tivessem uma idéia
errada a respeito do Renascimento, teria sido Seu dever corrigi-los. No entanto, ele
não manifestou necessidade de fazer correções, e a resposta de Pedro reflete um
conhecimento das verdades mais profundas concernentes à presente missão de
Cristo.
Como ulterior comprovação bíblica para a doutrina do Renascimento, encontramos
casos mencionados nas Escrituras onde uma pessoa foi escolhida para realizar
determinada tarefa antes do seu nascimento. Um Anjo predisse a vinda de Sansão e
sua missão: destruir os Filisteus. No capítulo 13 do Livro dos Juízes, é relatado: “Havia
um homem em Zorah, da família dos Danitas, cujo nome era Manoah; e sua mulher
era estéril e não tinha filhos.”
“E o Anjo do Senhor apareceu a esta mulher e disse-lhe: Tu és estéril e nunca
concebeste; porém, conceberás e terás um filho.”
“...e ele começará a libertar Israel das mãos dos Filisteus.”
“...e a mulher teve um filho e pôs-lhe o nome de Sansão”.
No capítulo 1, versículo 5, da Profecia de Jeremias, o Senhor diz ao profeta: “...antes
que te formasses no ventre de tua mãe, te conheci e antes que saísses dele te
santifiquei; e te estabeleci profeta entre as nações”.
Todos nós estamos familiarizados com as narrações da Bíblia contando-nos a vinda de
Jesus e de João e suas missões especiais. Uma pessoa é escolhida para uma missão
determinada devido à sua capacidade específica para o tipo de tarefa que deve ser
feita. Proficiência pressupõe prática e, muitas vezes, ouvimos dizer que “a prática leva
à perfeição”. A habilidade não nos é entregue numa bandeja, de uma maneira tão
conveniente como gostaríamos que fosse. Prática anterior ao nascimento só pode ter
sido obtida em uma vida anterior, portanto, por analogia e usando a lógica e a razão
como guias, vemos que a doutrina do Renascimento é ensinada nos casos que
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mencionamos. Podemos também observar que existem outras passagens na Bíblia, por exemplo, o primeiro Salmo, que só pode ser sensatamente interpretado se usarmos como base a crença no Renascimento.
Trabalhando juntamente com a Lei do Renascimento para efetuar uma justiça perfeita correspondente a um Criador todo sabedoria, está a Lei de Causa e Efeito ou Lei de Consequência, muitas vezes chamada também de Lei de Compensação ou Lei de Retribuição. O investigador oculto observa que esta Lei trabalha perfeitamente em todos os planos, fazendo frutificar exatamente o que tivermos semeado em pensamentos, palavras e obras.
No capítulo 6, versículos 7 a 9, da Epístola aos Gálatas, é-nos dito:
“Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer porque tudo o que o homem semear, isso também colherá.”
“Porque o que semeia na sua carne, da carne colherá a corrupção; mas aquele que semeia no espírito, do espírito colherá vida eterna.”
“E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo colheremos.”
Na Segunda Epístola aos Coríntios, capítulo 9, versículo 6, São Paulo diz-nos novamente: “Aquele que semeia pouco, pouco também colherá e aquele que semeia em abundância, em abundância também colherá.”
No Capítulo 9 do Evangelho de S. João, encontramos uma parábola interessante que ensina o funcionamento desta lei. Diz assim:
“E Jesus passando viu um homem que era cego de nascença.”
“E Seus discípulos perguntaram-lhe: Mestre, quem pecou, este homem ou seus pais, para que nascesse cego?”
“Jesus respondeu: Nem este homem nem seus pais pecaram; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.”
Nesta passagem, Jesus Cristo procura tornar claro que a Lei que está por trás de toda limitação física não é castigo, mas iluminação. Aqui, encontramos a perfeita justiça da Lei de Consequência que é o fundamento de toda enfermidade e deformação. Quando um Ego transgride uma lei da Natureza em uma vida, ele retorna em uma outra vida para enfrentar a limitação que resultou da violação dessa lei. Transgressões das leis divinas nos planos de ação mental e moral são tão responsáveis por desordens físicas como o lado oculto da Lua é efetivo para produzir as marés. Através da tristeza e do sofrimento que acompanham a limitação, o Espírito aprende sua lição e a enfermidade é eliminada.
 
 
 

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