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terça-feira, 25 de março de 2014

Como Áries é o primeiro signo de Zodíaco

Foto: Como Áries é o primeiro signo de Zodíaco, ele é o local de novos começos. Nos ciclos anuais das passagens do Sol pelos doze signos, ele anuncia o início do ano espiritual. Ele tem sido assim visto mesmo nas nações em que o ano civil se inicia em outros signos do Zodíaco. Moisés indicou o mês de Abib (março-abril) como o começo do ano (Ex 13:4), por ser o mês da germinação do trigo e do milho. Uma ordem também foi dada a Moisés de que a imolação do cordeiro pascal deveria ocorrer quando a Lua Nova estivesse em Áries. No tempo da Páscoa original, o Sol achava-se próximo da estrela El Natik, que significava perfurado, ferido, imolado. A Lua Cheia estava então próxima à estrela Al Sheraton, que também significa machucado ou ferido. Como a Páscoa antecedeu a crucificação de Jesus Cristo, então os Céus proclamam a vinda de grandes acontecimentos para o destino da humanidade.

 

As palavras chave para Áries são pureza e sacrifício, e o símbolo de Áries é um cordeiro ou carneiro. Uma vez que foi sob a égide de Áries que o Senhor Cristo veio à Terra, ele é conhecido como o Bom Pastor. Uma representação pictórica bem conhecida mostra o Senhor carregando um cordeiro nos braços.

 

Durante os primeiros anos da era Cristã, como tem sido dito, o símbolo mais usado não foi o do Cristo crucificado, mas a cruz com um cordeiro repousando em sua base. Não foi senão pelo quarto século de nossa era que o cordeiro foi substituído por uma figura humana pregada na cruz.

 

Há duas cartas do Tarô que representam Áries, uma é a do Bufão e outra a do Alto Sacerdote. O primeiro representa um jovem com uma sacola sobre os ombros e uma rosa aberta na mão. Ele caminha para frente, destemido e ousado, para enfrentar os desafios da vida. É chamado de bufão porque ainda não iniciou sua busca e ninguém verdadeiramente compreende a vida enquanto não entrar no Caminho da Santidade. A outra carta mostra um Alto Sacerdote sentado em um trono, com um halo de luz dourada sobre a sua cabeça. Com ele, estão duas das mais sagradas relíquias, o santo cálice e a sagrada lança. Em sua mão direita, segura o cálice cheio das paixões humanas. Sobre este, colocou sua mão esquerda, indicando que ele obteve domínio sobre os elementos de sua natureza inferior. Essa figura retrata com detalhes a mais elevada expressão de Áries: autocontrole. As palavras do sábio Rei Salomão carregam a nota chave bíblica dessa conquista: “aquele que demora a se zangar é melhor que aquele que é poderoso e aquele que governa seu espírito é melhor que o que toma uma cidade!” Em um estágio mais elevado, o seguinte texto da Revelação se aplica: “Veja, eu faço novas todas as coisas.”

 

Richard Wagner, o Iniciado músico, fundamentou sua magnífica peça espiritual sobre Parsifal, na verdade oculta na simbologia dessas duas cartas do Tarot. Parsifal, o verdadeiro tolo, entra casualmente, como assim o foi, nas terras do Castelo do Graal. Involuntariamente, mata um cisne que flutuava nas águas do lago de cura. Através de seu sofrimento e contrição pela má ação cometida, sua alma desperta e ele entra no Caminho da Busca. Ele agora precisa sair pelo mundo para ser tentado para provar sua força, sua coragem e sua perseverança. Wagner disse que o tema de Parsifal era para ser enquadrado no tema “ forte é o poder do desejo, mas mais forte ainda é o poder anímico ganho através da resistência”. No fim, Parsifal retorna para tornar-se o Alto Sacerdote do Salvat ou Rei dos Cavaleiros do Graal. Usando o traje branco de Mestre e carregando a lança sagrada, ele entra no Templo do Graal para curar o ferimento de Amfortas. Depois disso feito, ele torna-se o instrutor dos Cavaleiros do Graal e o guardião fiel do Cálice Sagrado.

 

O que proporciona a transformação do tolo em Alto Sacerdote? O que transmuta um homem mortal em um que demonstra divindade? É o despertar do grande princípio do EU SOU dentro de si mesmo. É a Ressurreição de seu próprio Espírito Crístico. Esse é o tema do antigo cântico do Templo que ecoa o mais elevado conceito da ressurreição:

 

Antes de todos os mundos, Eu fui!

Através de todos os mundos, Eu sou!

Quando todos os mundos forem apenas lembranças, Eu serei!

 

Na época da Páscoa, quando o Sol ascende do hemisfério sul para o norte, as forças de Cristo passam dos reinos físicos para os espirituais. O corpo da Terra é como o corpo do homem. É interpenetrado pelos veículos mais sutis que se estendem para muito além do corpo físico do planeta.

 

Repetindo, durante os seis meses do ano em que o Sol passa pelos seis signos abaixo do Equador e, pelos seis meses seguintes, quando passa pelos seis signos acima do Equador, a força de Cristo interpenetra os mais elevados reinos espirituais da Terra. Esses reinos são o lar da chamada morte, a região onde eles prosseguem com suas atividades normais por um tempo num ambiente de encantadora beleza e radiância. É aí que os Anjos e Arcanjos conduzem seus vários ministérios para os habitantes do planeta e sua descendência.

 

Quando o Sol entra em Áries, ele aponta para a Ressurreição gloriosa, iniciando a estação da transmutação do ano. Então as águas brancas de Peixes se fundem com o fogo vermelho de Áries, uma combinação que se manifesta na exuberância de flores e canções da primavera. É também, para o homem, a estação de transmutação, a época mais propícia para ele arremessar longe a pedra de sua vida passada e aflorar no poder total de uma consciência ressuscitada. Assim como a natureza troca a melancolia do sono do inverno pelo resplendor da primavera, e o Cristo transcende a agonia do Gólgota pela exaltação da alvorada da Ressurreição, do mesmo modo o discípulo que  fervorosa e persistentemente acompanhou o Cristo no íngreme e estreito caminho  tem a sua própria ressurreição nos recém despertados poderes de Cristo dentro de si mesmo.

 

Essa é a ocasião em que uma transformação surpreendente pode ocorrer dentro de seu corpo templo. Uma nova força emana do líquido branco de seus nervos e se une com uma nova essência nas correntes vermelhas de seu sangue, uma fusão que produz a luz dourada que infunde e envolve o corpo de um Iluminado. São João se referia a essa transformação quando escreveu que algum dia iremos andar na Luz como Ele está na Luz. Vermelho e branco são as cores de Áries e são também as cores da transmutação tanto na Natureza como no homem.
 
 
Como Áries é o primeiro signo de Zodíaco, ele é o local de novos começos. Nos ciclos anuais das passagens do Sol pelos doze signos, ele anuncia o início do ano espiritual. Ele tem sido assim visto mesmo nas nações em que o ano civil se inic...ia em outros signos do Zodíaco. Moisés indicou o mês de Abib (março-abril) como o começo do ano (Ex 13:4), por ser o mês da germinação do trigo e do milho. Uma ordem também foi dada a Moisés de que a imolação do cordeiro pascal deveria ocorrer quando a Lua Nova estivesse em Áries. No tempo da Páscoa original, o Sol achava-se próximo da estrela El Natik, que significava perfurado, ferido, imolado. A Lua Cheia estava então próxima à estrela Al Sheraton, que também significa machucado ou ferido. Como a Páscoa antecedeu a crucificação de Jesus Cristo, então os Céus proclamam a vinda de grandes acontecimentos para o destino da humanidade.



As palavras chave para Áries são pureza e sacrifício, e o símbolo de Áries é um cordeiro ou carneiro. Uma vez que foi sob a égide de Áries que o Senhor Cristo veio à Terra, ele é conhecido como o Bom Pastor. Uma representação pictórica bem conhecida mostra o Senhor carregando um cordeiro nos braços.



Durante os primeiros anos da era Cristã, como tem sido dito, o símbolo mais usado não foi o do Cristo crucificado, mas a cruz com um cordeiro repousando em sua base. Não foi senão pelo quarto século de nossa era que o cordeiro foi substituído por uma figura humana pregada na cruz.



Há duas cartas do Tarô que representam Áries, uma é a do Bufão e outra a do Alto Sacerdote. O primeiro representa um jovem com uma sacola sobre os ombros e uma rosa aberta na mão. Ele caminha para frente, destemido e ousado, para enfrentar os desafios da vida. É chamado de bufão porque ainda não iniciou sua busca e ninguém verdadeiramente compreende a vida enquanto não entrar no Caminho da Santidade. A outra carta mostra um Alto Sacerdote sentado em um trono, com um halo de luz dourada sobre a sua cabeça. Com ele, estão duas das mais sagradas relíquias, o santo cálice e a sagrada lança. Em sua mão direita, segura o cálice cheio das paixões humanas. Sobre este, colocou sua mão esquerda, indicando que ele obteve domínio sobre os elementos de sua natureza inferior. Essa figura retrata com detalhes a mais elevada expressão de Áries: autocontrole. As palavras do sábio Rei Salomão carregam a nota chave bíblica dessa conquista: “aquele que demora a se zangar é melhor que aquele que é poderoso e aquele que governa seu espírito é melhor que o que toma uma cidade!” Em um estágio mais elevado, o seguinte texto da Revelação se aplica: “Veja, eu faço novas todas as coisas.”



Richard Wagner, o Iniciado músico, fundamentou sua magnífica peça espiritual sobre Parsifal, na verdade oculta na simbologia dessas duas cartas do Tarot. Parsifal, o verdadeiro tolo, entra casualmente, como assim o foi, nas terras do Castelo do Graal. Involuntariamente, mata um cisne que flutuava nas águas do lago de cura. Através de seu sofrimento e contrição pela má ação cometida, sua alma desperta e ele entra no Caminho da Busca. Ele agora precisa sair pelo mundo para ser tentado para provar sua força, sua coragem e sua perseverança. Wagner disse que o tema de Parsifal era para ser enquadrado no tema “ forte é o poder do desejo, mas mais forte ainda é o poder anímico ganho através da resistência”. No fim, Parsifal retorna para tornar-se o Alto Sacerdote do Salvat ou Rei dos Cavaleiros do Graal. Usando o traje branco de Mestre e carregando a lança sagrada, ele entra no Templo do Graal para curar o ferimento de Amfortas. Depois disso feito, ele torna-se o instrutor dos Cavaleiros do Graal e o guardião fiel do Cálice Sagrado.



O que proporciona a transformação do tolo em Alto Sacerdote? O que transmuta um homem mortal em um que demonstra divindade? É o despertar do grande princípio do EU SOU dentro de si mesmo. É a Ressurreição de seu próprio Espírito Crístico. Esse é o tema do antigo cântico do Templo que ecoa o mais elevado conceito da ressurreição:



Antes de todos os mundos, Eu fui!

Através de todos os mundos, Eu sou!

Quando todos os mundos forem apenas lembranças, Eu serei!



Na época da Páscoa, quando o Sol ascende do hemisfério sul para o norte, as forças de Cristo passam dos reinos físicos para os espirituais. O corpo da Terra é como o corpo do homem. É interpenetrado pelos veículos mais sutis que se estendem para muito além do corpo físico do planeta.



Repetindo, durante os seis meses do ano em que o Sol passa pelos seis signos abaixo do Equador e, pelos seis meses seguintes, quando passa pelos seis signos acima do Equador, a força de Cristo interpenetra os mais elevados reinos espirituais da Terra. Esses reinos são o lar da chamada morte, a região onde eles prosseguem com suas atividades normais por um tempo num ambiente de encantadora beleza e radiância. É aí que os Anjos e Arcanjos conduzem seus vários ministérios para os habitantes do planeta e sua descendência.



Quando o Sol entra em Áries, ele aponta para a Ressurreição gloriosa, iniciando a estação da transmutação do ano. Então as águas brancas de Peixes se fundem com o fogo vermelho de Áries, uma combinação que se manifesta na exuberância de flores e canções da primavera. É também, para o homem, a estação de transmutação, a época mais propícia para ele arremessar longe a pedra de sua vida passada e aflorar no poder total de uma consciência ressuscitada. Assim como a natureza troca a melancolia do sono do inverno pelo resplendor da primavera, e o Cristo transcende a agonia do Gólgota pela exaltação da alvorada da Ressurreição, do mesmo modo o discípulo que fervorosa e persistentemente acompanhou o Cristo no íngreme e estreito caminho tem a sua própria ressurreição nos recém despertados poderes de Cristo dentro de si mesmo.



Essa é a ocasião em que uma transformação surpreendente pode ocorrer dentro de seu corpo templo. Uma nova força emana do líquido branco de seus nervos e se une com uma nova essência nas correntes vermelhas de seu sangue, uma fusão que produz a luz dourada que infunde e envolve o corpo de um Iluminado. São João se referia a essa transformação quando escreveu que algum dia iremos andar na Luz como Ele está na Luz. Vermelho e branco são as cores de Áries e são também as cores da transmutação tanto na Natureza como no homem.
 
 
 
 
 
 

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