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sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Perdão-Perdón



 
O Perdão
   O PERDÃO é outra prática que não devemos esquecer. O perdão é científico, traz consigo as forças dos planos invisíveis que nos cercam. Dissolve as formas de pensamento de ódio, vingança, egoísmo e má vontade, assim como impede que se materializem em adversidade. O rancor, a inveja o egoísmo, e a vingança transmudam-se frequentemente em alguma das condições mais infelizes da vida, especialmente se continuarmos amiudamente a emitir pensamentos nesse sentido.
   O ódio é a força mais destrutiva do Universo, o rancor e a vingança são fases do ódio. A vingança é a mais mortal das paixões, é absolutamente certo que impede o sucesso em todos os campos. Apesar do que possa acontecer, não se deve guardar rancor nem ceder a pensamentos negativos. Podemos ter certeza de que se alguém nos fez injustiça, a Lei invisível trar-lhe-á a merecida retribuição. Diz a Bíblia: "Amados, não vos vingueis. Eu recompensarei a cada um, segundo o seu merecimento, disse o Senhor". Não tomemos a vingança por nossas próprias mãos, porque a única coisa que obteremos é desencadear forças metafísicas que mais tarde ou mais cedo reagirão sobre nós mesmos, com desvantagem. Diz a regra: Perdoa tudo e mantém-te perdoando sempre, apesar de toda inclinação pessoal, e nada perderás, como erroneamente possas supor.

Cooperação Amistosa
   Isso evoca à mente um princípio de vital importância e interesse sobre o êxito: Fazer a vontade de outrem é o ácido para provar o amor. A Bíblia confirma-o ao ensinar: "Faz as pazes com teu adversário". A vontade própria é o amor próprio e o amor próprio é uma fase do ódio para com os outros. A aplicação deste princípio é particularmente valiosa quando queremos evitar desmandos e extinguir os que tenham começado. Naturalmente não devemos fazer a vontade a quem comete uma injustiça connosco ou em relação a terceiros. Devemos sacrificar as nossas inclinações e vantagens, ajustando-nos quanto possível às idéias do nosso adversário, satisfazendo-lhe o sentido de justiça. Por esse meio convertê-lo-emos em nosso amigo. Fazer com que predomine sempre a nossa vontade é obstruir o restabelecimento do êxito da cooperação amistosa.


Perdón
   
El perdón es otra práctica que no debemos olvidar. El perdón es científica, aporta las fuerzas de los planos invisibles que nos rodean. Disuelve las formas de pensamiento de odio, la venganza, el egoísmo y la falta de voluntad, así como impide materializar en la adversidad. La amargura, el egoísmo envidia y la venganza es a menudo transmutan en algunas de las condiciones más miserables de la vida, sobre todo si seguimos emitiendo pensamientos amiudamente consecuencia.
   
El odio es la fuerza más destructiva del universo, el rencor y la venganza son las fases de odio. La venganza es la más mortal de las pasiones, que tiene toda la razón que impide el éxito en todos los campos. A pesar de lo que pueda pasar, no debe guardar rencor ni ceder a pensamientos negativos. Podemos estar seguros de que si alguien hizo la injusticia, la Ley invisible le traerá el castigo merecido. La Biblia dice: "Amados, no os venguéis vosotros mismos. Voy a cada uno conforme a su mérito, dice el Señor." No tomamos venganza por nuestras propias manos, porque lo único que conseguimos es fuerzas metafísicas disparo que tarde o temprano reaccionan sobre nosotros mismos, con desventaja. La regla dice: Perdóname todo y te mantiene siempre perdona, a pesar de toda inclinación personal, y no pierde nada, ya que podría suponer erróneamente.
 
Cooperación Amistosa
   
Evoca a la mente un principio de vital importancia e interés en el éxito: ¿Es la voluntad de los demás es el ácido para demostrar amor. La Biblia lo confirma para enseñar: ". Hace las paces con tu enemigo" La voluntad propia es el amor propio y el amor a sí mismo es una fase del odio hacia los demás. Este principio es especialmente útil cuando se quiere evitar los excesos y extinguir los que han comenzado. Por supuesto que no debemos hacer la voluntad de aquel que comete una injusticia en contra de nosotros o de terceros. Sacrificamos nuestras inclinaciones y ventajas, poniéndonos como sea posible a las ideas de nuestro adversario, la satisfacción de su sentido de la justicia. De esta manera vamos a convertir a nuestro amigo. Hacer predomina siempre nuestro deseo es obstruir la restauración del éxito de la cooperación amistosa.

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